domingo, novembro 22, 2009


Breakaway

4
Grew up in a small town
And when the rain would fall down
I'd just stare out my window
Dreaming of what could be
And if I'd end up happy
I would pray
Trying hard to reach out
But when I tried to speak out
Felt like no one could hear me
Wanted to belong here
But something felt so wrong here
So I'd pray
I could breakaway
I'll spread my wings and I'll learn how to fly
I'll do what it takes till I touch the sky
Make a wish, take a chance, make a change and breakaway
Out of the darkness and into the sun
But I won't forget all the ones that I love
I'll take a risk, take a chance, make a change and breakaway
Wanna feel the warm breeze
Sleep under a palm tree
Feel the rush of the ocean
Get onboard a fast train
Travel on a jetplane
Far away
And breakaway
I'll spread my wings and I'll learn how to fly
I'll do what it takes till I touch the sky
Make a wish, take a chance, make a change, and breakaway
Out of the darkness and into the sun
But I won't forget all the ones that I love
I gotta take a risk, take a chance, make a change and breakaway
Buildings with a hundred floors
Swinging with revolving doors
Maybe I don't know where they'll take me but
Gotta keep movin on, movin on
Fly away, breakaway
I'll spread my wings and I'll learn how to fly
Though it's not easy to tell you goodbye
I gotta take a risk, take a chance, make a change and breakaway
Out of the darkness and into the sun
But I won't forget the place I come from
I gotta take a risk, take a chance, make a change and breakaway
Breakaway
Breakaway

quinta-feira, novembro 05, 2009


Coco Avant Chanel

1
Atire o primeiro rímel quem de nós, it girls, não morreria por uma Chanel 2.55 ou um dos clássicos e elegantérrimos tailleurs da marca! E é justamente pra contar a história da criadora desses e outros eternos objetos de desejo das mulheres de ontem, hoje E amanhã, que estreou nos cinemas "Coco Avant Chanel". Fazendo jus ao título (Coco antes de Chanel), o filme, que tem Audrey Tautou (a eterna Amélie Poulain) no papel de Gabrielle Bonheur Chanel, mostra a juventude da estilista, antes da glória e do sucesso que conhecemos, sua infância no orfanato, o começo de sua vida como modista e seus primeiros sucessos, mostrando que uma das mulheres mais respeitadas do mundo, que inventou um estilo que seria a alta moda para muitas gerações, foi cantora de cabaré, costureira e, pasmem, começou sua carreira criando chapéus para as atrizes de Paris.

“Coco avant Chanel” é mais do que uma biografia. Dá ao público a sensação de estar ao lado da moça ranzinza, mau humorada e cheia de vontades (e isso já aos 20 anos de idade!) quando ela resolve cortar a camisa de seu amante, o barão Etienne Balsan, quando ela tira o espartilho do vestido para dançar melhor no palco e quando usa as calças e gravatas de Etienne para andar de cavalo.

É assim que, o legal do longa não é descobrir novas coisas a respeito de Chanel. É ver o rosto dela brilhar e saber que ela está com a cabeça sempre rodando cheia de ideias, seja ao notar a simples beleza dos sweaters listrados dos pescadores em uma viagem a Deauville ou descobrindo que o preto e branco que as freiras usavam no orfanato de sua infância poderia ser uma combinação revolucionária e chique.

E como não podia faltar, também temos romance! Chanel encontrou sua alma gêmea num empresário inglês chamado Arthur “Boy” Capel (Alessandro Nivola). E a mulher que, no começo do filme, diz não poder ser convertida à causa do amor, descobre que, na verdade, precisava apenas descobrir a paixão. Capel foi não apenas um grande amor na vida de Chanel, mas também investiu em sua primeira loja de chapéus em Paris. Como tudo no mundo da estilista serviu de inspiração para ela, Chanel não só usava as camisas de Arthur, mas também o corte dos blazers dele como modelo para as jaquetinhas curtas e quadradas do seu tailleur famoso (por nós adorado!).

“Coco avant Chanel” é uma história de amor, moda e, acima de tudo, uma história de descoberta. Coco passa o filme se descobrindo e encontrando o seu próprio caminho, às vezes até por linhas tortas. Tudo o que a tornou uma visionária no mundo da moda feminina, por incrível que pareça, veio diretamente da infância humilde que ela viveu e de suas inseguranças como uma menininha pobre acompanhando o amante em festas e em corridas de cavalo. Disso tudo, nasceu uma das mulheres mais poderosas que o mundo já viu, alguém que criou o seu próprio império em uma época em que as mulheres não tinham essa independência, criando uma moda que é adotada até hoje!

No fim de tudo, uma certeza: Coco me inspirou. Não, não me refiro exclusivamente à moda que ela criou (essa já exerce sobre mim um enorme fascínio há tempos!). Falo de como ela mostra ser possível fazer e acontecer, tanto na carreira como na vida pessoal. Isso porque ela sempre manteve a cabeça aberta, olhos atentos e a ambição de ter uma vida própria e independente – exemplo que devemos levar conosco pra toda a vida!

Super recomendo!!!

sexta-feira, outubro 30, 2009


Dúvida Cruel!

3

Felizmente, o pesadelo da monografia chegou ao fim (ao menos a parte relativa a gerá-la, já que ainda teve a minha tão temida apresentação, que, não sei porque razão, não anda me assustando mais tanto... Vou deixar pra me preocupar só lá na semana da dita cuja!), mas, como essas coisas nunca vêm sozinhas, começaram outros dilemas... Basicamente, a dedicatória, os agradecimentos, a introdução, a conclusão, e outras cositas do gênero...

By the way, a dúvida agora se restringe a escolher "A" frase da epígrafe... Será que alguém pode me ajudar?!?!

São elas:

A primeira candidata é uma frase que copiei de uma loja da Adidas (é, a loja de esporte mesmo! hihihi), de autor desconhecido. Achei tão interessante, que tirei uma foto pra depois traduzir, com a intenção já de usá-la na mono:

1)
Impossível é apenas uma grande palavra jogada no ar por homens pequenos que acharam mais fácil viver num mundo que lhes foi dado a explorar o poder de mudá-lo. Impossível não é um fato. É uma opinião. Impossível não é uma declaração. É um desafio. Impossível é potencial. Impossível é temporário. Impossível é NADA!

A segunda candidata é uma frase de Theodore Roosevelt , que também acho incrível!

2) “É muito melhor arriscar coisas grandiosas, alcançar triunfos e glórias, mesmo expondo-se a derrota, do que formar fila com os pobres de espírito que nem gozam muito nem sofrem muito, porque vivem nessa penumbra cinzenta que não conhece vitória nem derrota”.


E, por último, temos Charles Chaplin:


3) “Bom mesmo é ir à luta com determinação, abraçar a vida e viver com paixão, perder com classe e vencer com ousadia, pois o triunfo pertence a quem se atreve... E a vida é muito para ser insignificante.”


E aí, 1,2 ou 3??? Help me please! =)