sexta-feira, outubro 30, 2009


Dúvida Cruel!

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Felizmente, o pesadelo da monografia chegou ao fim (ao menos a parte relativa a gerá-la, já que ainda teve a minha tão temida apresentação, que, não sei porque razão, não anda me assustando mais tanto... Vou deixar pra me preocupar só lá na semana da dita cuja!), mas, como essas coisas nunca vêm sozinhas, começaram outros dilemas... Basicamente, a dedicatória, os agradecimentos, a introdução, a conclusão, e outras cositas do gênero...

By the way, a dúvida agora se restringe a escolher "A" frase da epígrafe... Será que alguém pode me ajudar?!?!

São elas:

A primeira candidata é uma frase que copiei de uma loja da Adidas (é, a loja de esporte mesmo! hihihi), de autor desconhecido. Achei tão interessante, que tirei uma foto pra depois traduzir, com a intenção já de usá-la na mono:

1)
Impossível é apenas uma grande palavra jogada no ar por homens pequenos que acharam mais fácil viver num mundo que lhes foi dado a explorar o poder de mudá-lo. Impossível não é um fato. É uma opinião. Impossível não é uma declaração. É um desafio. Impossível é potencial. Impossível é temporário. Impossível é NADA!

A segunda candidata é uma frase de Theodore Roosevelt , que também acho incrível!

2) “É muito melhor arriscar coisas grandiosas, alcançar triunfos e glórias, mesmo expondo-se a derrota, do que formar fila com os pobres de espírito que nem gozam muito nem sofrem muito, porque vivem nessa penumbra cinzenta que não conhece vitória nem derrota”.


E, por último, temos Charles Chaplin:


3) “Bom mesmo é ir à luta com determinação, abraçar a vida e viver com paixão, perder com classe e vencer com ousadia, pois o triunfo pertence a quem se atreve... E a vida é muito para ser insignificante.”


E aí, 1,2 ou 3??? Help me please! =)

sexta-feira, outubro 23, 2009


Mitz

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Tava passeando pela lojinha do MoMa em NYC, quando, no meio de tantas coisas lindas e diferentes, umas bolsinhas me chamaram muito a atenção. Feitas de papel de snacks reciclado, eu particularmente nunca tinha visto nada igual! Muito original. Fiquei d-o-i-d-a pra comprar uma (tudo bem, eu queria todas!), mas o preço salgado (consequência da originalidade) me deixou com o pé atrás. Voltei pro hotel sem conseguir tirar as tais bolsas da cabeça. Voltaria pra casa nem que fosse com um porta moedas! hahaha Mas aí, dias depois, na big loja da M&M da Times Square, adivinha quem eu encontro de novo??? Juro, já tava quase esquecendo. Sabe como são essas coisas. Parece que ficam nos provocando, nos perseguindo... (E a gente finge que não gosta!). E dessa vez, com um diferencial, toda feita com papel de M&M reciclado. Coisa de deixar qualquer fashion addicted maluca. Nem preciso dizer que não deu mais pra resistir ne? Fui logo sacando os dolarezinhos necessários. São coisas que simplesmente não podemos deixar passar. Chance única. Sob pena de arrependimento perpétuo!!! Trust me! Difícil mesmo foi a tarefa de decidir qual levar. Duas já me ocasionariam um rombo no orçamento (se somadas a uma 2.55 e mais um macbook). Depois de muita luta, e com a ajuda da minha personal stylist (minha mãe!), escolhi essa pequenininha (culpa do preço também!!!) de ombro:


A bolsa veio com uma etiquetinha com o nome da marca, MITZ, e no verso, a grande surpresa: elas são fruto de um trabalho beneficente realizado no México, na cidade de Palo Solo, ajudando na educação de milhares de crianças de baixa renda. Todas as bolsas são feitas a mão, artesanalmente, usando materiais recicláveis, sendo cada uma única! Isso justifica o precinho salgado! Mas que na minha opinião, vale totalmente a pena. Além de você desfilar por aí com uma peça única, ainda tá ajudando na importante tarefa de educação de crianças, tem coisa melhor que isso? Compra consciente!


Alguns dos meus modelos preferidos (é só clicar que a imagem aumenta!):



Para visitar o site e obter mais informações, clica aqui.

quarta-feira, outubro 21, 2009


Concursos x Carreira Acadêmica

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Ultimamente tenho andado bastante preocupada com o meu futuro. E ano que vem, o que vai ser? Pra quem sempre teve sua vida planejada até os mínimos detalhes, confesso que essa, digamos, obscuridade, é bem angustiante. Primeiro vem o colégio, onde passamos longos anos de nossas vidas. Depois, o próximo (e praticamente único) passo: vestibular. Aí entramos na tão sonhada universidade, onde já temos pelo menos uns 4 ou 5 anos de "futuro" garantido. Se formou, e aí? É meu amigo, a verdade é que ainda não sei responder a essa pergunta. O plano era sair da faculdade já aprovada em algum bom concurso, mas, pelo visto, não vai dar. Nesse mundo louco, onde ser "concurseiro" já virou profissão ("você trabalha em que? Ah, não, to estudando pra concurso! Aaahh, tá!") e cá entre nós, uma boa desculpa pra viajar pelo país e adiar cada vez mais as suas responsabilidades, conseguir seu tão sonhado cargo público e seus adoráveis vencimentos (R$ 6.000 pra um recém formado, quer algo mais?) parece uma coisa cada vez mais difícil e longínqua. Como diria meu pai, algo pra se obter "a longo prazo". Acontece, darlings, que eu ando "por aqui" disso. Sou imediatista, sou. To ansiosa pra passar logo e acabar com essa angústia de não saber o por vir, to. Eu e todo mundo. Esse é o GRANDE problema. O "X" da questão.

Numa prova de 60 questões, se você erra 5 (cinco? é uma infinidade! Que tal errar apenas 1 e ainda ficar fora?!?!?), bye bye. See ya next time. Somos apenas 32.300 pessoas lutando pelas mesmas 20 vagas. Coisa de louco né? Também acho. Esse é meu futuro! Beemm alentador não? A-H-A-M!!!

Então vamos lá. 1a opção, concursos. 2a opção, carreira acadêmica. Pós graduação, Mestrado, e alguns problemas. Se você não tem a pretensão de ser professor pro resto da vida, primeiro alerta: as carreiras da magistratura e do Ministério Público não andam mais aceitando tais atividades como pratica jurídica. Buuááá, lá se foi meu plano "B". É, Coimbra está cada vez mais distante. A verdade é que já nem quero mais tanto. Outro país, outra cultura, um oceano me separando da família... Sei não. Tudo bem que a experiência seria única, isso é certo, e que conhecimento nunca é demais, mas não deixa de ficar a sensação de tempo perdido. Falo isso nessa nossa sociedade, que ainda tem os concursos como primeira opção. Imagina só, você passa 2 anos ralando num mestrado, volta pra casa, e continua o que??? d-e-s-e-m-p-r-e-g-a-d-o. E o que é pior, vendo seus amigos, pouco a pouco, ocupando cargos cada vez melhores. Aí, você para e pensa, fiz a coisa certa? Poderia ser EU a ocupar tal cargo...

Se fosse apenas isso, ainda poderíamos dar um jeitchéénho, mas não acaba por aí. É público e notório que o ensino no nosso país é algo bem marginalizado. Não é de hoje nem de ontem que os professores são bastante desvalorizados (monetariamente falando), recebendo salários pífios se comparados a outros cargos exercidos por pessoas que gastaram bem menos tempo queimando os neurônios em salas de aulas, em leituras complicadíssimas ou mesmo que não contraíram algum tipo de doença respiratória ao vagar dias a fio pelas estantes de bibliotecas um tanto, huummm, abandonadas. Estudei, estudei, estudei... pra ganhar cerca de R$4.000,00 na universidade federal? O mesmo tanto que um técnico (nível médio) nos tribunais (trt e tre pelo menos!).

É. Acho que essa também não é a resposta (pra mim!). Não, lógico que não é pelo dinheiro. Não sou tão mercenária assim. É que, pelo menos por hora, não é exatamente o que eu quero pro resto da minha vidinha. Próxima opção: advogar. "Advogar é uma arte". É, mas pra se fazer a arte, é necessário ter o DOM. E, cá pra nós, nunca fui uma pessoa muito talentosa! rs. É engraçado que, anos atrás (tá, isso foi até 1 mês atrás!), eu dizia que NUNCA, nunquinha eu ia advogar. Mas, pensando bem... Acho que não é uma opção tão ruim. Melhor que ficar desempregada, sem um norte. Num sei não. Não é desmerecendo a carreira (muito pelo contrário, é simplesmente porque eu não a considero como sendo a MINHA carreira), mas quem não tem cão, caça com gato. E, o que são 5 peças por ano = 1 ano de prática jurídica?!?! Paradise, isn't it? Até resolverem mudar. A verdade é que ninguém entende essas resoluções. Um mestrado com duração de dois anos não vale muito mais do que 5 peças assinadas (sujeitíssimo a fraudes mil!) durante um ano? Loucos!

Quer saber, acho que vai ser isso mesmo. Voltando ao plano inicial, com algumas modificações:
a) passar na prova da ordem
b) assinar 5 peças ao ano
c) estudar, estudar, estudar (talvez eu deva multiplicar isso por 1.000! =D)
d) passar num "concursinho" (taannttaa gente consegue, porque eu não?)
e) esperar os 3 anos
f) passar num concursão!!! (Greta, juíza {ou procuradora! ainda to na dúvida...} do trabalho, é soa bem, soa muuiiitttoo bem!)
g) começar a curtir a vida (a única preocupação: quantos anos será que eu vou ter???)

Ou então, partir pro plano "G". Adivinha qual? Vocês vão morrer!!! hehehe Tan tan tan tan: Largar tudo e ir estudar Design de Moda no CEUMA, algo que meu pai garante ser uma opção! Tu juras??? Essa é daquelas opções "formais" (acabei de criar isso). Você sabe que ela tá lá. Mas sabe também que nunca vai ser usada! É como faltar na festa de aniversário de algum parente próximo. Você sabe que tem a "opção" de não ir, mas nunca o fará, pois sabe das consequências muitas vezes nefastas que seu ato poderá acarretar (briga na família! rs).

É, pensando bem, vou ficando, por hora, com o plano "A" mesmo, ainda sujeito a outras modificações!!! ;)

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p.s.1: géénte eu escrevi muito! 2 pgs no Word!!!

p.s.2: e não é que isso aqui me ajudou de verdade? Ajustei as ideias e até reduzi em 1% minhas preocupações! hahahha

MEU BLOG, MEU DIVÃ! (gostei disso, um ótimo título pra postagem!)




quarta-feira, outubro 14, 2009


Amizade

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Em época de aproximação de despedidas, é, gente, por mais que não queiramos admitir, a nossa formatura vai ser sim uma grande e triste separação. Adeus ao nosso day by day juntos na querida (e algumas vezes odiada!) UFMA, adeus àquelas conversinhas no corredor à espera do professor (que muitas vezes não aparecia! hehhehe) e adeus a muitas outras coisinhas já tão arraigadas ao nosso cotidiano que nem nos damos mais conta. Por enquanto tudo é festa, as fotos para o convite, a ESCOLHA das fotos para o convite, a procura pelo vestido perfeito... Depois, é só saudade!

Mas, como eu estava dizendo, em épocas como essa, nada melhor do que um texto de Cícero, filósofo e jurista romano, sobre a AMIZADE, única força capaz de facilitar tal momento:

A AMIZADE

"Uma amizade verdadeira possui tão grandes vantagens que mal posso descrevê-las. Para começar, em que pode consistir uma 'vida vivível' que não encontre descanso na afeição partilhada com um amigo? Que há de mais agradável que ter alguém a quem se ousa contar tudo como a si mesmo? De que seria feita a graça tão intensa de nossos sucessos, sem um ser para se alegrar com eles tanto quanto nós? E em relação a nossos reveses, seriam mais difíceis de suportar sem essa pessoa, para quem eles são ainda mais penosos que para nós mesmos.

Os outros privilégios da vida a que as pessoas aspiram só existem em função de uma única forma de utilização: as riquezas, para serem gastas; o poder, para ser cortejado; as honrarias, para suscitarem os elogios; os prazeres, para deles se obter satisfação; a saúde, para não termos de padecer a dor e podermos contar com os recursos de nosso corpo.

Quanto à amizade, ela contém uma série de possibilidades. Em qualquer direção a que a gente se volte, ela está lá, prestativa, jamais excluída de alguma situação, jamais importuna, jamais embaraçosa. Por isso, como diz o ditado, 'nem a água nem o fogo nos são mais prestimosos que a amizade'. E aqui não se trata da amizade comum ou medíocre (que, no entanto, proporciona alguma satisfação e utilidade), mas da verdadeira, da perfeita, à qual venho me referindo. Pois a amizade torna mais maravilhosos os favores da vida, e mais leves, porque comunicados e partilhados, seus golpes mais duros".

quarta-feira, outubro 07, 2009


Nada tanto assim...

0
Só tenho tempo pras manchetes no metrô (nem isso! Vai no iPhone mesmo!)
E o que acontece na novela
Alguém me conta no corredor (certinho!)
Escolho os filmes que eu não vejo no elevador
Pelas estrelas que eu encontro
Na crítica do leitor

Eu tenho pressa
E tanta coisa me interessa
Mas nada tanto assim

Só me concentro em apostilas (livros e resumos e vade mecums!)
Coisa tão normal (e não é não?!?!)
Leio os roteiros de viagem
Enquanto rola o comercial (já planejando a próxima!)
Conheço quase o mundo inteiro por cartão postal (não só, mas também! heheh)
Eu sei de quase tudo um pouco e quase tudo mal (isn't it true?!?!)

Eu tenho pressa
E tanta coisa me interessa
Mas nada tanto assim
(MAS...)
Eu tenho pressa
E tanta coisa me interessa...

Música: Kid Abelha
Comentários: adivinha de quem??? rs

Sem tempo pra nada! Em 2 dias estarei em Fortaleza. Não sei se rio ou se choro... Anyway... Who really cares? EU TENHO PRESSA (em passar num concurso)! Ai, ai. O frio na barriga e a angústia constante voltaram com força total. Seja o que Deus quiser. Me desejem sorte, please!

Bjos a todos. ;***




sexta-feira, outubro 02, 2009


Depressão Pós-Faculdade!

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Você passa “cinco” anos indo para o mesmo lugar todos os dias, vendo as mesmas pessoas, falando sobre o mesmo assunto, comendo o mesmo salgado murcho, bebendo no mesmo boteco fedido, agüentando os mesmos professores chatos, idolatrando os mesmos professores ótimos, reclamando dos mesmos problemas. Você passa “cinco” anos querendo sair mais cedo da aula todos os dias, contando as moedas pra tirar mais uma das milhares de xerox, se revoltando com a quantidade de páginas da xerox, se perdendo nos corredores da biblioteca pra achar o bendito livro, se desesperando nas provas, quebrando a cabeça pra fazer uma pauta, deixando de dormir até mais tarde no fim de semana pra fazer o tal do trabalho, indo dormir mais tarde pra fazer o tal do trabalho. Isso tudo, sem contar o último ano, em que todos esses fatores são multiplicados por quantas vezes você achar melhor. E lá vem o TCC, que tira seu tempo, seu sono, sua paciência, seus fins de semana, seus feriados, suas refeições bem feitas, seu namorado, suas noites bem-dormidas, sua diversão. Mas, em compensação você ganha, entre os itens que mais se destacam, um belo par de olheiras e aversão à gráficas (incluindo as pessoas que lá trabalham) e impressoras (um grande parabéns aos que não quebraram ou não deram pelo menos um soco em alguma). Não podemos deixar de citar as brigas com o seu grupo e as incontáveis vezes em que você escreveu, reescreveu, editou, gravou, fotografou, deletou tudo e começou de novo. 

Chega o grande dia e junto com ele, um imenso alívio. É isso. Acabou. Tchau. Bye bye. Até mais. Te vejo por aí. Você trabalha e depois das 18h vai pra casa. No dia seguinte também. E no outro, e no outro. Alguns arrumam outras atividades pra ocupar o tempo. Outros simplesmente vão pra casa, sentam-se no sofá e assistem tv, dormem, comem, babam na almofada sem se importar em ver o tempo passar. Mas, têm também aqueles que sentem um enorme vazio. Cadê os meus amigos pra conversar? E os textos que eu tinha pra ler? Para onde foram professores que eu parava para trocar idéia no corredor? Cadê tudo o que eu fazia todos os dias? Cadê as pessoas que eu convivia? Acabou. É, meu amigo. Está com esses sintomas? 

Então você está com a tal da DPF - Depressão pós-faculdade. Tudo aquilo que você xingou por anos, agora faz uma falta enorme aí na sua vida. Ficou um buraco. E, se você não aproveitou, esse buraco fica ainda maior. Portanto, se durante os “cinco” anos você não quis comer aquele salgado gorduroso, tomar a cerveja no boteco da esquina, comprar a trufa que sua colega vendia, fazer a pauta, escrever a matéria, gravar o programa, pegar a sonora, fotografar o fulano, diagramar o texto, estudar pra prova, pedir pro professor tirar sua falta, conversar durante a aula e tomar bronca, dar uma de nerd e responder o que o professor pergunta e muito, muuuuito mais... perdeu. 

Se você está entrando na faculdade agora, aproveite cada minuto. Xingue, mas não deixe nada passar. Agora, se assim como eu, você fez tudo isso e com muito orgulho, curta a saudade, reencontre os amigos e professores e lembre-se que essa foi uma das melhores épocas da sua vida. E que, da faculdade, você tire pelo menos esta lição: os momentos e as pessoas são únicos. E as oportunidades também!